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G-12

29 jun

OK OK!!! VOU FALAR UM POUCO SOBRE ALGO QUE SEMPRE ME QUESTIONARAM: “VOCÊ É DO G-12?”

A RESPOSTA PRA ESSA PERGUNTA É… SIMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!!!!!!!!!

AS PESSOAS NÃO ENTENDEM PORQUE ESCOLHI ESSA VISÃO.

APENAS DIGO O SEGUINTE: PROVE E VEJA O QUE DEUS ESTÁ FAZENDO COM ESSA GERAÇÃO ATRAVÉS DESSE MOVER. DIREI AGORA UM JARGÃO TRADICIONAL: “PRA NÃO FICAR SOMENTE EM MINHAS PALAVRAS,…” DEIXAREI COM VOCÊ UMA EXPLICAÇÃO (MAIS QUE) ESCLARECEDORA SOBRE O G-12:

A VERDADE SOBRE O MODELO DOS DOZE
Ap. Valnice Milhomens

Muito se tem hoje falado sobre “G 12”, como “seita”, “heresia”, tudo ligado ao “Encontro”, sendo os pastores César e Cláudia Castellanos, fundadores da Missão Carismática Internacional, em Santa Fé de Bogotá, Colômbia, os iniciadores do movimento. Tendo sido a pessoa responsável por trazer o casal ao Brasil em junho de 1999 para uma Convenção em São Paulo, sob o lema: Avivamento Celular – Desafio Para o Século XXI, na qual mais de três mil e quinhentos pastores de todos os segmentos evangélicos, representando todos os Estados da federação, além de outros tantos líderes, se fizeram presentes, bebendo da unção que o Espírito de Deus liberou em profusão durante aqueles dias. Tendo sido a partir daquela Convenção que a visão de Bogotá se tornou conhecida em grande escala no Brasil, sendo aderida por muitos; sendo responsável pela tradução e publicação dos livros do Pr. César Castellanos Dominguez; tendo sido ungida pelo Pr. César como parte de sua equipe internacional e pastora da Missão; tendo escritos de minha autoria sido mencionados nos diversos comentários acerca da visão, como se dela fizessem parte, gostaria de prestar alguns esclarecimentos, por uma questão de justiça e amor à verdade, para que o inimigo não continue agindo no meio de tanta confusão carente de motivos reais, por falta de conhecimento de todos os fatos. G 12 – Referir-se ao avivamento em curso em Bogotá como “G 12”, favorece uma visão parcial. O correto é IGREJA EM CÉLULAS NO MODELO DOS DOZE.
CÉLULAS – Este é um termo que foi usado, segundo se sabe, pelo pastor David Yonggi Cho, da Coréia do Sul, adotado hoje por muitas igrejas. Outros nomes são também dados, como grupos familiares, grupos de crescimento, etc. Trata-se de reuniões em pequenos grupos nos lares, escritórios ou em qualquer lugar, com o propósito de evangelização e edificação. A Igreja de Cristo é chamada de Corpo. Um corpo é formada por células. A célula é a menor parte viva do corpo, com capacidade de reprodução. O DNA da célula no Corpo de Cristo é Ele mesmo. O termo “célula”, portanto, é mais didático quando se quer estudar os valores da igreja funcionando em grupos pequenos onde todos são cuidados e pastoreados. Este é um mover que hoje se alastra por toda a terra. Apesar, porém, dos grupos pequenos (células), a força da Igreja (conjunto das células ou grupos familiares) é sentida na Celebração, no templo. Trata-se de um retorno ao espírito da Igreja em Jerusalém, conforme expresso em Atos 5:42: “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus, o Cristo.” No templo a igreja adora como Corpo e recebe a palavra através do seu pastor e dos mestres e vive a igreja no dia a dia nas casas e no trabalho, cumprindo a grande Comissão (Mateus 28:18-20), como um modo de viver.
O grande lema desse mover é: “Cada discípulo um ministro e cada casa uma igreja”, voltando ao princípio que governava a igreja do primeiro século, onde todos realizavam a obra do ministério, sendo equipados pelos líderes constituídos por Deus, conforme Efésios 4:11-14). Ele se firma ainda no princípio de discipulado de Paulo expresso em 2 Timóteo 2:2 “e o que de mim ouviste de muitas testemunhas, transmite-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.”

MODELO DOS DOZE – Há no mundo várias versões de igreja em células. O mais comum é praticar o evangelismo e a edificação do crente na mesma célula e ter um supervisor para cada cinco líderes de células, no máximo; um pastor de zona para cinco supervisores, um pastor distrital para cinco pastores de zona, obedecendo o princípio de Jetro (Êxodo 18). A célula se multiplica em duas quando atinge um certo número (15), o que deve ocorrer entre seis meses a um ano. Pr. César usou o modelo da Coréia por vários anos. Frustrado com os resultados, passou a buscar de Deus uma estratégia de crescimento. Foi quando recebeu em seu coração a visão de um novo modelo de igreja em células. Assim como Jesus selecionou doze dentre a multidão e os treinou, deveria acontecer com o pastor. Seguindo o mesmo princípio de 2 Timóteo 2:2; os doze ganhariam vidas e levantariam outros doze líderes, estes outros doze e assim por diante.

Em que consiste o modelo dos doze? O evangelismo é feito através das células ou grupos familiares. A visão consiste em o líder da célula gerar doze líderes dentro da mesma. É como se fossem os seus filhos. Cada um abrirá sua célula e fará a mesma coisa. Quando um membro da célula se torna um líder, ele continuará ligado ao seu próprio líder, agora como membro do seu grupo de doze, para continuar sendo discipulado e apascentado. A multiplicação da célula é feita quando surge um novo líder. O alvo é que aquela célula se multiplique em doze células, lideradas pelos doze líderes nascidos nela. Isso pode levar de um a três anos. É possível que nesse período uma média de 50 pessoas passem pela célula mãe. Quando o líder original completar os seus doze “filhos”, poderá distribuir os membros remanescentes de sua célula entre os seus líderes e passará a cuidar dos doze e ajudá-los a reproduzir o que foi feito com eles. Quando cada um dos seus doze tiverem também os seus doze, serão 144 “netos” do líder original. Trata-se de uma multiplicação exponencial. Neste modelo a força da edificação contínua, ou discipulado contínuo, acontece no grupo de doze, que forma a equipe principal do líder no desenvolvimento do seu ministério.
ESTRUTURA – Tendo em vista o discipulado integral, a visão engloba evangelizar todas as classes de descrentes; libertar os oprimidos do diabo; sarar as enfermidades físicas, emocionais e espirituais; integrar os convertidos na vida da Igreja local; ensinar todo o conselho de Deus; treinar os discípulos para exercerem a obra do ministério e enviar os discípulos a reproduzirem a missão. A fim de operacionalizar o discipulado, foi desenvolvida uma estrutura na igreja local de quatro grandes pilares:
1. EVANGELIZAÇÃO – Através das células, das celebrações da igreja e Eventos de Colheita.
2. CONSOLIDAÇÃO – Através de um plano criterioso de cuidado ao novo crente, usando o consolidador, a célula e os encontros.
3. TREINAMENTO – através da Escola de Líderes e Seminários
4. ENVIO – Através da liderança de células e discipulado de doze.
CONSOLIDAÇÃO – É uma estratégia recebida em oração para acelerar o processo do discipulado.
Em que consiste a Consolidação?

1. Verificação – Após a decisão no momento do apelo no culto, o decidido recebe uma palavra sobre o plano de salvação. Um cartão de decisão é preenchido e um livreto com verdades básicas do evangelho lhe é presenteado.
2. Fonovisita – O decidido recebe um telefonema dentro das próximas quarenta e oito horas, quando é marcada uma visita e recebe uma palavra de estímulo e oração.
3. Visita – O decidido é visitado e convidado a freqüentar a célula.
4. Pré-Encontro – Quatro palestras doutrinárias sobre verdades básicas para a vida cristã.
5. Encontro – Em um fim de semana o decidido é levado a um retiro espiritual no qual é profundamente ministrado com vistas a ter um real encontro com Cristo e não ser um simples decidido que não passou pelo verdadeiro arrependimento e novo nascimento. É uma forma de acelerar seu crescimento espiritual.
6. Pós Encontro – Dez palestras para consolidação de verdades bíblicas que ajudarão o novo crente a firmar-se ainda mais na fé: Como Enfrentar o Mundo; Como Falar com Deus; Vida Social; A Palavra Fonte de Vida; Sexualidade; A Igreja Refúgio de Deus; Vida Equilibrada; O Batismo um Passo de Obediência; A Música e Sua Influência em Nossa Vida; Como Conhecer a Vontade de Deus.
ESCOLA DE LÍDERES – Três trimestres, uma vez por semana, por duas
horas. No primeiro trimestre são estudadas doutrinas bíblicas básicas e
seminários de acordo com o grupo (homens, mulheres, casais, jovens). Tudo de um modo simples e prático, com vistas à formação, que tem o seu forte na célula, sob o discipulado do líder. Nesta fase o ensino é voltado para a vida com Deus e o caráter cristão. No segundo trimestre os estudos giram em torno da Célula e no terceiro, do Líder. Depois vem uma tese também prática por um período de três a seis meses. A seguir vem a Escola de Mestres, quando o líder é treinado em um nível mais elevado.
ENCONTROS – Como se vê acima, o encontro é apenas uma pequena parte de toda uma estrutura. Faz parte da Consolidação do novo crente. Por que, então, no Brasil, essa grande controvérsia? A maior parte das práticas atacadas em relação ao encontro nada tem a ver com o modelo de encontros da Missão Carismática Internacional em Bogotá. Duas coisas precisam ficar claras:

1. Todo escrito que não leva a assinatura do Pr. César Castellanos ou membros de sua equipe em Bogotá, não pode ser atribuído à visão na sua integralidade. Por esta razão, qualquer livro de minha autoria, é de minha
inteira responsabilidade.
2. Todos os métodos usados nos encontros no Brasil, que refletem o modo de um líder trabalhar, diferente do que ocorre em Bogotá, é adaptação local e não pode ser atribuído à igreja em células no modelo dos doze. O que é o Encontro? Transcrevo o que diz Pr. César em seu último livro Liderança de Êxito Através dos Doze e que estará brevemente em português: “O encontro é uma experiência genuína com Jesus Cristo, com a Pessoa do Espírito Santo e com as Sagradas Escrituras, no qual, mediante conferências, seminários, vídeos e auto-exame se leva o novo convertido ao arrependimento, libertação de ataduras e cura interior. O propósito é dar orientação clara, à luz das Sagradas Escrituras, ao recém convertido sobre seu passado, presente e futuro com Jesus Cristo, mediante ministrações a nível pessoal e de grupo… Desta maneira, o novo crente é preparado para desenvolver uma relação íntima com o Senhor, facilitando-lhe o aprendizado da oração, leitura da Palavra e o conhecimento da visão…”
O que se Ministra no Encontro? De acordo com um pequeno livreto distribuído durante a última Convenção Anual em janeiro último, em Bogotá,
transcrevo os temas e objetivo. A bibliografia são livros da coleção de autoria do Pr. César, Tão Firmes Como a Rocha, que abordam as doutrinas básicas conforme Hebreus 6:1-2.
Onde se realiza o Encontro? O ideal é que seja num local apropriadopara retiros espirituais. Custo?: Depende do lugar. Em São Paulo temos conseguido até por R 45,00 o fim de semana, incluindo transporte ealimentação. A insinuação de que alguém lucre com isso é falsa. Onde se realiza o Encontro? O ideal é que seja num local apropriado
para retiros espirituais. Custo?: Depende do lugar. Em São Paulo temos
conseguido até por R 45,00 o fim de semana, incluindo transporte e
alimentação. A insinuação de que alguém lucre com isso é falsa.
O que se espera que aconteça no encontro?
1. Profundo arrependimento de pecados
2. Entendimento profundo do sacrifício de Cristo na cruz do Calvário e seus
benefícios
3. Libertação das cadeias
4. Perdão a todos
5. Cura das feridas emocionais
6. Enchimento do Espírito Santo
7. Contato com a visão de se transformar em um líder formador de
discípulos.
8. Comunhão com outros membros do Corpo.
9. Batismo nas águas dos que estejam preparados para tanto

BASE BÍBLICA PARA AS MINISTRAÇÕES
Entre nós, evangélicos, infelizmente existem muitas correntes teológicas. Quem, porém, tem autoridade para ser juiz e agredir o outro de herético? Na maioria das vezes as agressões são infundadas, dando-se conotação de crenças bem distantes da vítima. Em relação às ministrações do Encontro, gostaria de ressaltar, em poucas palavras, pelo limite do meio, o que de fato cremos e pregamos:
· Cristo assumiu nosso lugar, como substituto, para efetuar uma eterna redenção. Tudo quanto pertence à salvação já foi feito. É passado. Em
Cristo, pelo poder da Sua morte, sepultura e ressurreição, já foi provida a salvação, libertação, cura, vitória, prosperidade, todas as bênçãos (Ef. 1:3).
O crente é uma nova criação; “as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co. 5:17). Do ponto de vista de Deus tudo está feito. Há
provisão.

· Do ponto de vista do homem, ele necessita, em primeiro lugar, tomar conhecimento das bênçãos emanadas da obra redentora de Cristo. Em segundo lugar, deve crer e, em terceiro lugar, tomar posse delas. Deus dá, mas o homem é quem recebe. Deus provê e o homem usufrui.
· Nada é automático. Daí porque Paulo diz “sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado… a fim de não servirmos mais ao pecado”… “Pois o pecado não terá domínio sobre vós…” (Rm. 6:6,14). Do ponto de vista de Deus o pecado não é mais um problema para mim. Meu velho
homem já está na cruz e o pecado não me domina mais. Mas Paulo apela ao crente: “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado… Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os
vossos membros ao pecado como instrumentos de iniqüidade… (Rm. 6:11- 13).
· Há uma verdade posicional em Cristo. Devo conhecê-la. Mas há também a verdade experimental. Devo prová-la. Há quase dois mil anos Deus lidou com o meu pecado. Quando abraço a Cristo, todas as bênçãos são legalmente minhas, mas tenho que vir à fonte e beber de cada uma delas, em fé. Eis porque encontramos repetidamente no Novo Testamento verdades que apontam as bênçãos em Cristo como minhas: “mais que vencedor”, “tudo posso”, suprimento de “cada uma das minhas necessidades”, “sarado”, “santo”, etc. Por outro lado encontramos exortações para que vivamos o que já é nosso por direito de redenção, tais como: “desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fp 2:12).
· A despeito de Cristo ter levado nossos pecados, derrotas, maldições, feridas; a despeito de sermos uma nova criação, o fato é que temos na
igreja, até mesmo crentes mais velhos, presos de vícios, em pecado, derrotados, doentes, feridos, magoados, traumatizados, preocupados,
irados, oprimidos, deprimidos, vivendo tanta velharia, presos às feridas e amarguras do passado. Temos até pastores no púlpito em adultério,
homossexualismo, vícios sexuais, com por todo tipo de ferida e marcas do passado. O que dizer, então, dos que estão dando os primeiros passos na vida cristã, que vêm de um mundo de idolatria, ocultismo e permissividade? É aí que se torna necessária uma forte ministração para
que tomem conhecimento do que Deus nos deu gratuitamente em Cristo Jesus e bebam da fonte do perdão, da libertação, da cura, da vitória, etc.
Este é o propósito do Encontro. Levar o novo crente, ainda no início da vida cristã a lidar com este passado e deixá-lo, na prática, na experiência e não apenas em doutrina, na cruz, usufruindo de fato dos seus benefícios.
1. ARRENDIMENTO – Esta mensagem é a primeira de João Batista, de Jesus e dos apóstolos (Mc. 1:4,15; Lc. 24:47;At. 2:38). Até nas cartas que Jesus manda às igrejas da Ásia o convite ao arrependimento por parte dos crentes se faz presente(Ap 2:5,16,21,22; 3:3,19). Não há novo nascimento sem arrependimento; não há cancelamento de pecado sem arrependimento. Não há arrependimento sem uma dor profundo por haver ofendido a Deus. Não há dor profunda sem uma genuína confissão e conseqüente abandono do pecado. Não há comunhão com Deus sem
arrependimento de cada pecado (Salmo 51 e 32). Por que tantos na igreja não crescem? Por que continuam em pecado e com as mesmas mazelas
de antes virem para a igreja? Por falta de um verdadeiro arrependimento, que é a primeira doutrina básica. No encontro o novo crente é fortemente confrontado com o pecado, para que se arrependa. E há crentes mais velhos que têm carregado pecados dos quais nunca se arrependeu e deve passar também pelo confronto. Os pecados ocultos devem ser confessados em arrependimento. A santidade de Deus diante do pecado do homem é exaltada. A cruz é trazida com forte ênfase. Precisamos ter uma experiência de arrependimento diante do sacrifício vicário de Cristo de um modo tão profundo que não tenhamos mais disposição para viver em pecado. Toda forma de pecado é hediondo e ofende a santidade de Deus. Naturalmente ninguém tem que se arrepender e confessar pecados dos quais já se arrependeu, levando-os à cruz.
2. PERDÃO – A falta de perdão está na origem de muitas feridas e amarras. Não há libertação sem perdão. Como todos somos feridos, todos
necessitamos praticá-lo. O que se faz no encontro é levar a pessoa outra vez à cruz e ver que Jesus perdoou os seus algozes e nós devemos seguir
seu exemplo, não prendendo ninguém com nossa mágoa. Perdoados e perdoadores, é o lema.
3. LIBERTAÇÃO – Esta ministração lida com os direitos legais dados a Satanás através de alianças e pecados graves. As pessoas que vêm a
Cristo, na maioria tiveram um passado com um pesado envolvimento com ocultismo e idolatria. É necessário que tudo isso seja renunciado e os
símbolos e objetos que as ligam a esse passado devem ser destruídos, como ocorria no início da Igreja. Os poderes das trevas são confrontados,
na autoridade do nome de Jesus. A quantidade de manifestações demoníacas nessa hora, por parte dos que fizeram pactos satânicos e se
envolveram com as trevas, é grade. Daí a necessidade de ministrações individuais. Os demônios buscam oprimir os homens de qualquer jeito;
imagine-se quando se lhes dão brechas. Mas agora, diante de uma aliança com Jesus, novamente se usufrui dos benefícios do que Cristo fez na cruz. Pela palavra do nosso testemunho e o sangue do Cordeiro, em o nome de Jesus, os grilhões são quebrados.
4. CURA INTERIOR – Quantas pessoas estão marcadas hoje em sua personalidade pelos traumas, feridas e rejeições do passado! Cura interior
é a aplicação da cruz na área emocional. A pessoa deve ser levada a ver que Jesus já carregou suas feridas, traições, rejeições e ela não tem que
teimar em carregar esse lixo, presa ao passado. O tempo não cura feridas emocionais. O que marca os sentimentos de alguém é tão vivo hoje como no momento em que a ferida foi provocada, mesmo que num passado de décadas. Há bálsamo em Jesus. O que se faz no encontro é ajudar apessoa a levar esses sentimentos à cruz e receber uma experiência de cura. O que é a psicologia? Ela criou alguma coisa? Deus é o autor da
alma humana e Ele sabe muito bem do que ela necessita. Se um psicólogo pode ajudar uma pessoa a localizar a causa dos seus problemas
a fim de os superar, o que dizer da Palavra de Deus, ministrada na unção do Espírito Santo, que é especialista em localizar a origem dos problemas e trazer-lhe pronta solução? Em todas essas ministrações mostramos que não temos que carregar o peso daquilo que Jesus levou na cruz em nosso lugar. É uma ministração concentrada para que esse novo crente tenha um encontro real com Cristo, entenda o que Ele fez por nós e tome posse do que é nosso nEle. Não importa onde o aleijão emocional entrou: se no ventre materno, na infância adolescência ou juventude. Em Cristo há cura e libertação.
5. ENCHIMENTO DO ESPÍRITO SANTO – O novo crente é levado a receber, pela fé, o batismo no Espírito Santo, com evidência de falar em novas
línguas. Muitos evangélicos não aceitam essa experiência, mas o fato é que diariamente multidões a experimentam em todo o mundo.
O IMPACTO DO ENCONTRO – A razão do grande impacto que a pessoa experimenta no encontro deve-se ao fato de que ela se separou por um fim
de semana inteiro para ser ministrada de uma forma concentrada em áreas sensíveis de sua vida cristã. Quem vai a um retiro espiritual bem dirigido e não tem uma experiência mais profunda com Deus? Os retiros espirituais têm sido uma prática na Igreja de Cristo. Quanta gente teve um real encontro com Deus, foi liberta, curada, batizada no Espírito, chamada para o ministério em um retiro? Jamais esquecerei os muitos acampamentos batistas nos quais ministrei como seminarista e missionária. Os cultos ao redor da fogueira! Que momentos em que a presença de Deus era tão real. Cada um pegava um pedaço de lenha, um galhinho e lançava na fogueira, como símbolo de sua vida a ser consumida no altar do serviço a Deus. Nova era? Seria ridículo pensar-se isso. Jesus foi especialista em usar coisas tangíveis para destacar verdades espirituais.
Qual a diferença em relação ao modelo de retiros espirituais chamados encontros? Simplesmente uma estrutura aplicada a cada novo crente no
início de sua vida cristã. Algo sistemático, com ensino e ministração. Não apenas se fala de pecado e arrependimento. Leva-se o ouvinte e dá-se-lhetempo para que prove o arrependimento e assim por diante. Resultado: A pessoa sai perdoada, perdoadora, liberta, sarada, cheia do Espírito. Está impactada. Sofre uma mudança considerável em tão pouco tempo, pela prolongada exposição à presença de Deus, de Sua Palavra e do Seu Espírito. Não há palavras adequadas que traduzam o que ela provou. Está pronta para deslanchar na vida cristã. Dali sai para o Pós-Encontro de três meses e a Escola de Líderes. É por esta razão que se tem verificado, na prática, que os novos crentes que passam pelo encontro apresentam um crescimento que equivaleria a um ano de assistência normal à igreja. Cresce mais rápido.
PRÁTICAS ABORDADAS NOS ATAQUES EM RELAÇÃO AO ENCONTRO
1. Silêncio. Há um pacto de silêncio apenas na sexta-feira à noite, início do encontro, quando se dá uma palestra ou apresenta-se um pequeno vídeo ou dramatização, para apresentar qual o plano de Deus para nossa vida. Visa levar o novo crente a refletir sobre o que Deus projetou para sua vida e onde ele se encontra hoje em relação ao plano. Vale ressaltar que os encontros foram projetados para o novo crente que está dando seus primeiros passos na vida cristã e que pode ainda não ter tido uma real experiência de conversão. É um silêncio curto, pois ele já vai dormir. Ao acordar deve usar o tempo até à primeira reunião para essa reflexão ou balanço. Nos demais intervalos a comunhão com os irmãos é parte dos objetivos.
2. Proibição de falar sobre o encontro – Não há qualquer mistério no encontro. Existe apenas um momento surpresa, já no fim, quando recebem um correio da sua família com palavras de amor, de estímulo. No pré-encontro ele é informado do que é um encontro e o que se espera que aconteça nele. Ao voltar, há uma pequena recepção com os membros da família que vêm buscá-los e pessoas de sua célula, onde ele testemunha o que aconteceu em sua vida. É claro que ele vai compartilhar tudo quanto lhe aconteceu.
3. De onde vem a prática do silêncio em todo o encontro e a proibição de se falar sobre ele? Esta é uma versão brasileira, talvez influenciada pelos conhecidos encontros de casais, com o fim de levar a pessoa a concentrar-se somente em Deus, sem distrações, e a criar uma expectativa e curiosidade. Vejo isto apenas como um método. Certamente quem o adotou jamais pensou que ele causaria tanta controvérsia. Nunca adotei o aadotei porque entendi os princípios que regem os encontros de Bogotá, com os quais concordo plenamente, sem, contudo, julgar os motivos dos que agem de modo diferente, desde que não o façam em nome da fonte.
4. Técnicas de Cura Interior – Luzes apagadas, velas, música repetitiva em espanhol, colchões, fogos, cruzes queimadas, regressões induzidas por parte de pessoas despreparadas, e outras práticas, novamente refletem métodos locais. Ao que parece, cada um procura usar a criatividade para tornar o encontro mais dramático. Alguns adaptaram, outros nem sequer entenderam a visão. Em Bogotá as coisas são mais simples. São retiros espirituais com muita ministração da palavra, ministração individual, oração, pouca música, por causa do tempo. Participei de um encontro onde não se cantou uma única vez, nem houve música de fundo. O preletor fazia uma oração, ensinava a palavra e levava o ouvinte a Deus. Tudo é voltado para um encontro real com Deus, pelo poder da Palavra ministrada. É claro que existe muita oração preparatória e durante todo o encontro.
Atacar, portanto, o modelo dos doze nos termos de: “métodos e até mesmo práticas ocultistas com os quais a ‘nova visão’ vem tentando atrair cristãos de outras denominações”, é ultraje. Nada tenho a ver com tais práticas, nem testemunhei qualquer coisa do gênero em Bogotá. RODA DE ORAÇÃO – Não pode haver coisa tão absurda quanto referências como esta: “Semelhante ao que é encontrado nas religiões ocultistas e movimentos esotéricos, o G12 também se utiliza de símbolos e modelos fortemente rejeitados no seio das igrejas evangélicas, como a chamada Roda de Oração…” Tal referência foi inspirada na apostila do Pr. Alan F. de Sousa, que na página 24, sob título: “Símbolos da Nova Era – Extraídos dos escritos de Valnice Milhomens” coloca uma roda que nunca vi antes e força uma comparação com a roda de oração, impingindo uma motivação falsa. Onde chegamos? Vamos agora dizer que o relógio é zodíaco? Um diagramador ilustra um texto falando de asas com uma pomba, uma comparação de novo nascimento com a metamorfose de uma lagarta em uma borboleta. Insinuar que são símbolos de nova era? Quem fez a pomba, ou a borboleta? Sobre o assunto gostaria de esclarecer o seguinte:
1. A “Roda de Oração” nada tem a ver com G 12. Trata-se de um simples gráfico para tornar mais didático um ensino sobre oração, apresentado, primeiramente, em livros nos livros de minha autoria: Tipos de Oração e Poder da Intercessão, publicados em 1993, quase seis anos antes de eu conhecer a igreja em células no modelo dos doze.
2. Objetivo: Ensinar a gastar uma hora de oração por dia (Mt. 26:40,41). Por uma questão de didática, dividimos a hora em 12 partes. Baseada em Efésios 6:18, apresento um estudo sobre os diversos Tipos de Oração.

Para que haja um equilíbrio na nossa vida de oração, sugerimos um roteiro com doze pontos, tocando nos diversos tipos de oração, de cinco minutos cada um, apenas para iniciar uma disciplina de orar de acordo com os princípios da Palavra. A pessoa pode até gastar um dia só em um dos pontos. Não se trata de técnica, mas de ensino. O gráfico visa gravar melhor o esboço, como segue:
I – MINISTRANDO AO SENHOR – Salmo 100 – 15 minutos
1. Ações de Graça (Sl. 92:1-5; I Ts. 5:18)
2. Louvor (Sl. 145:1-7; Sl. 34:1)
3. Adoração (Ap. 7:11,12; Sl 95:6)
II – APRESENTANDO NOSSAS NECESSIDADES – Fp. 4:6-7 – 15 minutos
1. Esperando em Deus (Sl. 62:1,2,5,7)
2. Confissão (Sl 139:23; 1 Jo. 1:9)
3. Petição, Consagração e Entrega (Mt 7:7-8; Jo 16:24)
III – NO LUGAR DE INTERCESSOR – 1 Tm. 2:1-4
1. Pelos familiares e amigos (Lc. 11:5-8; At. 16:31)
2. Pelo corpo de Cristo (Ef. 3:14-19; Gl 4:19)
3. Pelas nações (Ez. 22:30,31; Sl 2:8)
IV – ENCONTRO COM A PALAVRA (Js. 1:9)
1. Lendo (Ap 1:31; 1 Tm. 4:13)
2. Meditando (Sl. 119:97; 1 Tm 4:15)
3. Apropriando-se pela oração (Sl 119:33; Is 66:2)

LITERATURA AUTORIZADA – Os livros autorizados da Visão de Bogotá, são: Da autoria do Pr. César Castellanos: 1. Sonha e Ganharás o Mundo (Suas experiências – Prefaciado pelo Dr. Luis Palau, Diretor do movimento AD 2000); 2. Encontro – Manual de Estudos Bíblicos para a Escola de Líderes (publicado anteriormente em três volumes – Prefaciado pelo Dr. Peter Wagner); 3. Encontro (livreto para o decidido); 4: Liderança de Êxito Através dos 12 (Abordagem detalhada da visão e que brevemente estará em português – Prefaciado pelo Dr. David Yonggi Cho); 5. Tão Firmes como a Rocha (7 volumes abordando as doutrinas fundamentais, que estão sendo traduzidos – Prefaciado pelo Dr. Dereck Prince). Da autoria da Pra. Cláudia Fajardo: 1. Consolidação;. 2. Afirmando Meus Passos (material para o Pós-encontro, prefaciado pelo Dr. Omar Cabrera). Palavra da Fé Produções está publicando todos esses livros em português. Livros escritos por mim ou por outros pastores no Brasil, refletem apenas nossa experiência e visam atender as necessidades de nossas congregações locais. Tudo quanto dissermos fora do modelo original, é de nossa inteira responsabilidade e não pode ser atribuído ao Pr. César Castellanos, por uma questão de justiça. É bom que se diga também que não há página na Internet da M.C.I. Qualquer página no Brasil é da inteira responsabilidade do ministério que ela representa.

DESVIOS – Há atitudes que contrariam frontalmente o espírito dos encontros, tais como:
1. A implantação somente de encontros, quando estes são apenas um ingrediente de uma visão maior.
2. A aceitação e até convites de membros de outras igrejas para participarem do encontro, quando ele se destina aos discípulos que estão seguindo um programa de discipulado no contexto da igreja local.
3. Fazer do encontro o todo da visão.
ESCLARECIMENTOS
· A Missão Carismática Internacional é uma Igreja evangélica que preza pela pureza doutrinária, uma vida de santidade e o caráter cristão, com sede em – Calle 22C No. 31-01 – Bogotá Colômbia. Pr. César Castellanos é um servo de Deus respeitado no mundo inteiro, cuja vida é um testemunho de integridade, humildade, amor, zelo e paixão pelo mundo perdido. Como pai de família é um exemplo a ser seguido. O casal conseguiu levar os pais e todos os irmãos a Cristo e os tem todos integrados na obra de Deus.
É uma família ministerial. Como líder tem formado milhares de líderes que refletem o caráter de Cristo. Como homem de Deus reflete uma comunhão com o Pai e uma sensibilidade espiritual marcantes. Um dos grandes privilégios e bênçãos em minha vida tem sido o convívio com esse servo de Deus, cujo modo de ser e viver nos inspira a buscar uma vida cada vez mais perto de Deus. Para os que tiverem interesse em conhecer melhor o instrumento de Deus nesta visão, ele estará, juntamente com sua esposa (sempre viajam juntos), ministrando em São Paulo, no Ibirapuera, de 29 de junho a 02 de julho. A Igreja em células no modelo dos doze declarou guerra contra Satanás e o seu reino. Ser acusada de envolvimento com o reino que ela combate, leva-nos a recordar as palavras de Jesus: “Pois, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; ou, se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não poderá subsistir; e se Satanás se tem levantado contra si mesmo, e está dividido, tampouco pode ele subsistir; antes tem fim. Pois ninguém pode entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens, se primeiro não amarrar o valente; e então lhe saqueará a casa” (Mc. 3:24-27).
Diante do exposto, ousaria, em nome de Jesus, fazer dois pedidos: 1. Aos que se levantam contra o modelo, que o examinem na fonte a fim de não caírem no pecado da generalização e da condenação do que Deus está fazendo. Fica aqui o conselho do sábio Gamaliel (Atos 5:38-39).
Temos uma nação a levar a Cristo e esses ataques, distorções, desrespeito e até calúnias só favorecem o reino das trevas. Não podemos com tanta leviandade taxar os outros de hereges e divulgar posições contrárias ao agredido como se fizessem parte de suas convicções.
2. Aos que têm inovado o modelo com práticas estranhas ao mesmo e polêmicas, provocando escândalo, busquem estudá-lo a fundo antes da sua implementação, abandonem o que lhe é espúrio ou, do contrário, assumam o fato de que se trata de uma visão particular, pois os pastores da MCI têm um zelo extremado pela visão e não gostariam de a ver maculada. Até hoje não escreveram manuais por achar que seria uma irresponsabilidade fazê-lo enquanto estão testando um modelo. A visão é dinâmica. Sua preocupação é estar ouvindo o Espírito de Deus na implementação dessa estratégia de evangelismo e discipulado revolucionária. Só em janeiro deste ano o livro contendo o modelo foi publicado, porque Pr. César Castellanos não sentiu liberação da parte de Deus para fazê-lo antes. É um homem de Deus muito sério e íntegro. Não merece o desrespeito a que tem sido submetido por alguns líderes brasileiros que nem sequer o conhecem. Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ensine a colocar o amor cristão acima de nossas diferenças para que juntos, não importa a sua estrutura eclesiástica, entreguemos o Brasil a Cristo em nossa geração.
Publicado coma devida autorização da Pra. Valnice Milhomens.

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Publicado por em 29 de junho de 2010 em Uncategorized

 

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