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Arquivo mensal: março 2011

Cócegas do ES: Momento extravagante – CTMDT

Sábado, 19 de Março de 2011. Um dia comum pra nós, menos para o ES (Espírito Santo). O dia e a tarde foram como outros dias e tardes. Mas, quando a noite chegou havia uma atmosfera incomum. Alguns amigos e eu estávamos na padaria (Padoca). Avistei um morador de rua (Henrique) que tínhamos conversado na sexta anterior. Ele estava sentado na calçada em frente a padaria. Comprei um salgado pra ele e fui ao seu encontro juntamente com Letícia. Logo em seguida chegou Priscila. Conversamos com ele e víamos o amor de Deus ali. Letícia (Enquanto escrevo isso ouvindo canções em ordem aleatória, toca: VAI VALER A PENA) usada pelo poder de Deus fala mais uma vez a essa vida que existe uma saída. Voltei pro CTM. Dennis convida algumas pessoas pra orar em um dos quiosques. Estou indo em direção ao refeitório pegar algumas cadeiras e encontro com um Priscila que me diz: “Dan, viu o que aconteceu agora a pouco?” “Não! O que?” Disse eu. “O Pedro tava correndo pelo Campus e dizendo: Tá cheio, tá cheio!!!” Disse ela. Juntei-me a Dennis, Ludi e Mayara. Começamos a orar e Deus nos tomou em um certo momento. Depois chegou Raquelaine e Priscila. Eu estava falando em línguas e derrepente comecei a rir e rir bem alto. Foi quase como um vírus. Todos começaram a rir também. Priscila que ESTAVA rouca começou a gritar. Bruno chegou dizendo que Deus iria nos visitar nos momentos de lazer. Fomos para nossos quartos por que já tinha passado da hora. Hoje tem mais!

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Publicado por em 20 de março de 2011 em Uncategorized

 

Realidades

Como minha realidade mudou! O espírito está mais forte. A mente mais ativa. A mão de Deus está moldando o barro. Pessoas que eu amo não estavam totalmente certas de minha vinda pra cá. Somente eu posso explicar o que está acontecendo nesse lugar. Momentos de confronto com Deus, de um aprendizado incomum. Antes de chegar aqui parecia que não havia esperança de um crescimento ministerial. Sentia-me exausto de tantos anos atuando em prol do Reino sem existir um alimento específico para o chamado. O vaso já não tinha mais azeite. Foi nessa hora que o Oleiro me fez descer à sua casa. Ele disse que apesar do meu cansaço espiritual, ainda existia mais. O meu melhor não tinha sido entregue. Um tempo de cura, restauração, transformação e conhecimento foi proposto. Eu escolhi esse tempo. Houveram propostas de desvios, mas, meu coração não queria outra coisa do que adentrar no sonho de Deus pra minha vida. As aulas são como remédios com gosto ruim. Não queremos engolir aquela dose, porém, sabemos que o efeito será totalmente benéfico. O confronto é altamente necessário. Percebi que eu estou nos 5% da vida cristã. Não tenho sido agente de transformação. A maturidade começa a surgir em meio ao caos mental através da necessidade de um arrependimento sincero pela perda de tempo no Reino. O Evangelho que temos pregado é teórico. A sua prática é o sentir a pior dor que existe: A do coração do Pai por vidas que estão perdidas. Para ser alguém cujo o rosto e atitudes são semelhantes a Jesus é preciso renúncia, decisão, compromisso e firmeza no foco. Podem dizer: “Volta!” Mas, eu estou fazendo uma grande obra…

 
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Publicado por em 5 de março de 2011 em Uncategorized